Boas pessoal,
Tal como o titulo indica, a pesca ilhada dá-nos uma sensação de liberdade pois encontramo-nos sozinhos no meio do mar sem estarmos rodeados de pescadores. Mas atenção que a pesca ilhada não é assim tão fácil ou tranquila como possam pensar porque envolve um grande esforço físico, muita atenção/concentração e o conhecimento da zona e do mar.
Posto isto, já andávamos há algum tempo a ver se dava uma sota para irmos ilhados uma vez que tínhamos saudades deste tipo de pesca mas as maresias de inverno não tinham deixado. Numa pequena aberta combinei com o Manel e lá fomos. De antemão sabia que o mar ia cair muito mas não era de fiar pois no virar da maré vinha com grande embalagem. Face a estas previsões e sabendo que o peixe, neste caso os sargos, nesta altura do ano andam numa determinada zona apontei para uma pedra cujas características também abrigavam do vento de NE que iria soprar forte durante a enchente.
Chegados ao local, primeiramente confirmamos as condições do tempo, mar e pedra ilhada antes de darmos inicio à jornada. Descemos a arriba, fizemo-nos ao mar e atracamos à pedra com relativa tranquilidade.
Os planos de pesca passavam por metermos uma cana ao fundo, no intuito de tentarmos apanhar algum peixe que fizesse a diferença no final, e pescarmos à chumbica, aos sargos.
Expliquei ao Manel quais os melhores sítios onde teríamos a possibilidade de apanhar uns peixes ao fundo e os cantinhos onde devia meter a chumbica, tendo ele iniciado a pesca logo a facturar uns bons peixes, tanto à chumbica como ao fundo.
No meu caso, aguardei que o mar metesse mais água no pesqueiro, deixando entrar o peixe miúdo que serve de chamariz aos maiores, e fui gerindo a pesca de maneira a não escaldar os três ou quatro sítios onde o peixe andava a mariscar.
Depois do peixe passar à terra e antes do virar da maré, já com a pesca feita, disse ao Manel para arrumarmos a trouxa e zarparmos dali pois o mar já trazia um impulso e na porrada de vazante era provável que abafasse a pedra, o que se veio a confirmar quando varamos em terra.
Por vezes, quando o peixe está em bola ou anda a comer desconfiado e damos a ferrada, podem acontecer situações curiosas como esta. LOL
Ao divulgar o material utilizado não tenho qualquer interesse de âmbito comercial, económico ou publicitário mas unicamente, de uma forma diversificada, justa e imparcial, tentar ajudar as pessoas nas suas opções uma vez que os mesmos são testados no terreno e até ao limite das suas capacidades.
#Shimano Ultegra TE 420-120 #Shimano Stella SW 5000XG #Awa-Shima Ion Power S-Missile 26Lb #Sunline Basic FC 2.5 #Chumbica 10g #VMC 7126 2/0 #Ralo
#Shimano Ultegra TE 430-200 #Shimano Ultegra XSC 10000 #Sufix Duraflex 32Lb #Platil Ghost 0,40 #Ameixa 130g #Hayabusa FKS 130 3/0 #Caralho-do-Mar
Posto isto, já andávamos há algum tempo a ver se dava uma sota para irmos ilhados uma vez que tínhamos saudades deste tipo de pesca mas as maresias de inverno não tinham deixado. Numa pequena aberta combinei com o Manel e lá fomos. De antemão sabia que o mar ia cair muito mas não era de fiar pois no virar da maré vinha com grande embalagem. Face a estas previsões e sabendo que o peixe, neste caso os sargos, nesta altura do ano andam numa determinada zona apontei para uma pedra cujas características também abrigavam do vento de NE que iria soprar forte durante a enchente.
Chegados ao local, primeiramente confirmamos as condições do tempo, mar e pedra ilhada antes de darmos inicio à jornada. Descemos a arriba, fizemo-nos ao mar e atracamos à pedra com relativa tranquilidade.
Os planos de pesca passavam por metermos uma cana ao fundo, no intuito de tentarmos apanhar algum peixe que fizesse a diferença no final, e pescarmos à chumbica, aos sargos.
Expliquei ao Manel quais os melhores sítios onde teríamos a possibilidade de apanhar uns peixes ao fundo e os cantinhos onde devia meter a chumbica, tendo ele iniciado a pesca logo a facturar uns bons peixes, tanto à chumbica como ao fundo.
No meu caso, aguardei que o mar metesse mais água no pesqueiro, deixando entrar o peixe miúdo que serve de chamariz aos maiores, e fui gerindo a pesca de maneira a não escaldar os três ou quatro sítios onde o peixe andava a mariscar.
Depois do peixe passar à terra e antes do virar da maré, já com a pesca feita, disse ao Manel para arrumarmos a trouxa e zarparmos dali pois o mar já trazia um impulso e na porrada de vazante era provável que abafasse a pedra, o que se veio a confirmar quando varamos em terra.
Por vezes, quando o peixe está em bola ou anda a comer desconfiado e damos a ferrada, podem acontecer situações curiosas como esta. LOL
Comidas, bebidas & petiscos
Do mar directamente para a grelha, mais fresco é quase impossível!
...e da grelha directamente para o prato! 😋
Esclarecimento
Ao divulgar o material utilizado não tenho qualquer interesse de âmbito comercial, económico ou publicitário mas unicamente, de uma forma diversificada, justa e imparcial, tentar ajudar as pessoas nas suas opções uma vez que os mesmos são testados no terreno e até ao limite das suas capacidades.
#Shimano Ultegra TE 420-120 #Shimano Stella SW 5000XG #Awa-Shima Ion Power S-Missile 26Lb #Sunline Basic FC 2.5 #Chumbica 10g #VMC 7126 2/0 #Ralo
#Shimano Ultegra TE 430-200 #Shimano Ultegra XSC 10000 #Sufix Duraflex 32Lb #Platil Ghost 0,40 #Ameixa 130g #Hayabusa FKS 130 3/0 #Caralho-do-Mar
Haja saúde e tudo a correr bem! 😉👍



















